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A lenda das minhas linhas

11 Oct

A lenda das minhas linhas

semeei-as nos sorrisos

socorrendo-me da pureza dos

instantes daquele pecado original

não visto na imaculada raiz do meu sentir.

Brinca o meu coração o jogo das escondidas

fugindo à razão de me querer sóbrio.

Foge-me do tino, do limiar da loucura,

a foz do rio que me leva ao porto da história.

Escapa-me a prudência de viver para dar tino

aos poucos que a mim se vêm remediar.

Deixo escapulir as vozes de burro

que oiço ornejar sem perdão.

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Posted by on October 11, 2012 in Metade de Mim

 

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