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Abrindo os braços

13 Oct

Abrindo os braços, tentando voar,

Sair daqui, esquecer a dor da sua ausência…

Tudo fingimento! Oh amor que me consomes!

Outrora, teu fulgor me queimara o coração

De tanto sorriso esboçar. Agora oh

Triste desaventura, agora resta-me as

Queimaduras para recordar, as cicatrizes para

Me lembrar do quanto fui amada, do quanto

Gostaria de te ter amado ainda mais.

Não me deixaste, oh pedra salgada,

Oh fruto da vaidade dos homens!

Porque me traíste, oh esperança minha?

Fechando os braços, tentando cair,

Ficar aqui, lembrando-me do quanto nos amamos,

Do que um dia foste, do que um dia serás

Para nós!

(02/03/29)

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Posted by on October 13, 2012 in Perdidos

 

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