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Alívio

16 Oct

Vejo-te como luz, lá longe,

Vejo-te como esperança futura.

Vejo-te como salvador de uma…

Uma armadura fechada para o mundo!

 

Queria acreditar que sim,

Mas o medo é demasiado e a dor constante.

Dor sempre presente, mágoa sempre efémera,

Desilusão sempre inequívoca. Será?

 

Não sei o que pensar! O que devo eu…

Pensar muito em ti não devo!

Criar ilusões, outro tanto!

 

Quero viver! Mas o medo é minha sombra!

Minha fiel companheira, em todas as horas!

Oh, porque existes? Porque não me deixas respirar…

… de alívio?

 

(00/02/25)

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Posted by on October 16, 2012 in Perdidos

 

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