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Àquela hora

20 Oct

Parecia tudo esquecido.

Milhares de não vivos

Pisando calçada sem os

Vermos, sem nos dar-mos conta

Delas!
tantas sobrepostas, tantas incógnitas!

Sabe-se lá agora quem é quem!?

Tudo é igual:

O rubro e amarelado nascendo,

O negro azulado esvaecendo no ar,

Naquele horizonte que me traz

Batendo as asas, velozmente,

Pássaros de incertezas,

Voando em direcção a uma

Névoa transparente, esbranquecida

De tanto assustada estar em ver-te…

Vir em direcção a mim.

Àquela hora tudo é permitido,

Mas nada se compreende!

Àquela hora perde-se o tímido sentir,

Liberta-se as vontades escusas!

Àquela hora, é a hora de todas as

Horas!

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Posted by on October 20, 2012 in Perdidos

 

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