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Certeza

13 Nov

 

 

O som da alegria, lá fora,

Outrora fora contagiante.

Mas, agora, tudo está surdo.

 

Oh! Tantas vezes viste-me contente, sorridente!

Oh! Tantas vezes foste tu a minha alegria!

Oh! Tantas vezes foste tu, meu mísero ser…

 

Tratas-me como dantes havia sido,

Mas nunca com tamanha dor!

Magoaste-me como é habitual em mim ser!

Mas nunca te culpei! Não é tua culpa.

 

Num sentimento aterrador, como o nosso,

Nem eu, nem tu nos podemos escapar.

Tentamos! Lutamos! Não cremos… Não somos…

Lutamos e por fim escapamos e presos ficamos.

 

Tanta dor, tanto sofrimento que não sofres,

Tanta dor. Tanta alegria finjo ter por ti.

Mas só tu sabes! Sabes o que realmente sinto?

Tenho dúvidas! Mas tenho certeza… Amo-te.

 

(Entre Dezembro de 99 e Janeiro de 00)

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Posted by on November 13, 2012 in Perdidos

 

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