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Seria culpada!

15 Feb

 

Quando acreditei num ‘infinito’,

Foi quando me traíste!

Quando acreditei num ‘talvez’,

Foi quando me abandonaste!

 

Agora ando perdida sem um

Um talvez do infinito do amanhã!

Agora ando sem rumo,

Numa estrada sem nada, nem destino!

 

A razão? Não, não és tu!

Sou eu e só eu sou culpada!

Culpada por imaginar um futuro,

Culpada por crer num talvez,

Culpada por saber existir um infinito!

A dor passa, como passam os dias

E voltam, como voltam todas as madrugadas!

E voltam a enegrecer como a noite…enegrece

Em todos os dias de todos nós!

Sim! Sou como todos!

Ando perdida sem razão, sem culpa!

Ando assim porque quero;

Por não saber andar de outra forma;

Assim porque só sinto alegria em ser…

Alegre sou, por ser culpada!

(00/04/28)

Os filmes aparecem como nada. Os filmes aparecem como tudo. O nada e o tudo confudem-se e chega-se ao limiar do não saber o porquê de que respiramos. Por quem?

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Posted by on February 15, 2013 in Perdidos

 

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