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Sorridente fantasia

14 Apr

Pediram-me para contar, momentos singulares,

Segundos escassos de um realidade contagiante

Que me marca o dia-a-dia, sempre desigual.

É um sorrir que me fascina, um olhar cativante,

Uma dor que tento descobrir, sem leito.

Pedi para não fazê-lo. Não quero contar.

Não sei contar, como já o fiz, o que contigo sei,

Agora, existo, neste nosso presente.

Não sei contar, como no passado as tristezas foram ditas,

Estas alegrias que agora me fazes sentir,

Não quero contar. São minhas, são nossas.

Como contar que quero apagar o sol;

Não mais desejo ver o nascer dessa estrela;

Que não necessito do dia para te sentir;

Não preciso da noite para por ti chorar.

Já não necessito disso. Tenho-te a ti!

Só queria que o dia fosse mais curto,

As horas que passamos juntos eternas fossem,

As noites cobertores que nos protegem,

Desta nossa distância angustiante.

Só queria que tudo fosse tão importante,

Que tudo tivesse para ti, o valor que para mim tem.

Sei que tem! Acredito que tenha! Tem!

Que o dia brilhe em teus olhos!

 

(01/02/21)

Porque, num instante, tudo se perde e ganhar ao sorrir.

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Posted by on April 14, 2013 in Perdidos

 

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