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A ciência do saber

29 Oct

Na ciência do saber

entranhada amiúde nos dias

vejo o nascer do sol

redondo ao fim do dia

nascente dos escuros viveres

de mim, existindo, latem na mente.

Sentir o não saber

é medida do não viver.

Escondida nas fórmulas do passado

sendo o hoje o limiar da fronteiriça nascente

corre, para nunca mais voltar

uma clepsidra adormecida,

rica de sabores não testados

então no descolorido semblante

cria-se feito salamandra

em busca de refúgio.

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Posted by on October 29, 2013 in Conserto de Alma, Os d'aqueles

 

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